Artigos dos bispos
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Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)
Reunimo-nos nesta solenidade em torno do altar não como uma comunidade local isolada, focada unicamente nas próprias necessidades, mas como membros vivos do Corpo Místico de Cristo, que é a Igreja Católica Apostólica Romana. A liturgia e a vida da Igreja nos convidam a realizar um gesto concreto de amor, comunhão e solidariedade: a coleta do Óbolo de São Pedro. Muitos ouvem esse nome e imaginam tratar-se de um imposto eclesiástico, de uma taxa obrigatória ou de uma simples arrecadação financeira para cobrir despesas burocráticas do Vaticano. No entanto, o Óbolo de São Pedro carrega um significado teológico e espiritual profundíssimo que remonta às raízes da nossa fé. Ele representa a união inquebrável de cada católico com o Sucessor de Pedro e o nosso compromisso ativo com as necessidades dos mais pobres e das igrejas que sofrem perseguição e miséria em todo o mundo.
Para compreendermos a raiz e a beleza dessa tradição, precisamos abrir os Atos dos Apóstolos (At 4,32-35) e observar com atenção como a primeira geração de cristãos vivia. São Lucas relata com clareza que “a multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma”. Eles não consideravam suas propriedades como algo exclusivamente seu. Movidos pelo fogo do Espírito Santo e pela urgência do Evangelho, eles vendiam terras e casas e depositavam o valor arrecadado aos pés dos apóstolos. Observem a força desse gesto. Eles não distribuíam o dinheiro de forma autônoma, isolada ou desordenada. Eles entregavam os recursos à autoridade apostólica, para que Pedro e os outros apóstolos administrassem e distribuíssem conforme a necessidade de cada um, garantindo que não houvesse necessitados entre eles. O Óbolo de São Pedro prolonga exatamente essa dinâmica da Igreja primitiva nos dias de hoje. Quando depositamos a nossa oferta nesta coleta, nós estamos, em espírito, colocando os nossos bens aos pés do sucessor de Pedro, o Papa, confiando na sua paternidade espiritual para socorrer as feridas abertas da humanidade.
A palavra “óbolo” significa originalmente uma moeda de pequeno valor. Esse nome nos remete diretamente a uma lição evangélica essencial que Jesus Cristo nos deixou. O Evangelho de São Marcos (Mc 12,41-44) nos relata o momento exato em que Jesus se senta diante do cofre do Templo e observa as pessoas depositando as suas ofertas. Muitos ricos depositavam grandes quantias e faziam questão de demonstrar o seu poderio econômico, mas tiravam daquilo que lhes sobrava. O sacrifício deles era ilusório. De repente, aproxima-se uma viúva pobre. Ela deposita duas pequenas moedas, que valiam muito pouco financeiramente. Jesus imediatamente chama os seus discípulos e profere um ensinamento que subverte de forma radical a lógica da matemática humana: “Esta pobre viúva deu mais do que todos os outros. Pois todos deram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza, deu tudo o que possuía, tudo o que tinha para viver”.
Cristo nos ensina que o céu não mede a quantidade do dinheiro, mas mede a quantidade do amor e o tamanho do sacrifício. A viúva entregou a sua própria subsistência nas mãos de Deus. Ela confiou cegamente que o Senhor providenciaria o seu sustento. O Óbolo de São Pedro baseia-se exatamente nessa oferta corajosa da viúva. A Igreja não exige de você cifras exorbitantes que destruam o orçamento da sua família. A Igreja convida você a dar algo que lhe custe, algo que represente um verdadeiro ato de amor e de desapego. Um pequeno sacrifício feito por milhões de católicos em todo o mundo transforma-se em um oceano de misericórdia capaz de lavar a dor de multidões. O Apóstolo Paulo nos ensina na Segunda Carta aos Coríntios (2Cor 9,7): “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria”. Não oferte com tristeza, nem entregue o seu óbolo como quem paga uma fatura. Oferte com a alegria genuína de quem sabe que participa diretamente da missão salvífica de Cristo.
O mundo atual sangra através de inúmeras feridas, e muitas delas não aparecem nos noticiários. Nós assistimos diariamente ao rastro de destruição deixado por guerras implacáveis, desastres naturais e secas severas. O Papa, como pastor universal que recebeu de Cristo as chaves do Reino e o mandato de apascentar as ovelhas, escuta o clamor dos que sofrem em lugares esquecidos pelas grandes potências. Ele recebe os apelos de dioceses na África que não possuem recursos mínimos para formar os seus seminaristas. Ele ouve o choro de cristãos no Oriente Médio que perdem suas casas, suas famílias e suas vidas simplesmente porque se recusam a renegar o nome de Jesus Cristo. Ele acolhe as vítimas de terremotos e inundações que perdem absolutamente tudo da noite para o dia. O Santo Padre não pode responder a essas tragédias gigantescas apenas com discursos diplomáticos ou palavras de consolo. Ele responde com ações concretas, enviando ajuda humanitária urgente, financiando a construção de hospitais, mantendo orfanatos e reerguendo escolas.
No entanto, o Papa só consegue estender as mãos aos mais pobres porque a Igreja inteira sustenta os seus braços. O Óbolo de São Pedro forma o fundo de caridade pessoal do Sucessor de Pedro. Ao participarmos dessa coleta com o nosso suor e com o fruto do nosso trabalho, nós nos tornamos as mãos do Papa tocando a carne sofredora de Cristo nos nossos irmãos mais distantes e desamparados. Além do socorro direto às vítimas das tragédias globais, esta coleta possui uma finalidade vital para a estrutura da Igreja: ela ajuda a sustentar as instituições que auxiliam o Papa na sua árdua missão de guiar o rebanho católico. O Santo Padre precisa de dicastérios, tribunais e nunciaturas apostólicas para levar a voz do Evangelho a todos os cantos da terra, para defender a vida humana desde a concepção até a morte natural e para lutar pela dignidade da família contra as ideologias do nosso tempo. Sustentar o ministério do Sucessor de Pedro significa fortalecer a voz da verdade no mundo. Quando a sociedade laicista tenta silenciar a Igreja e apagar a moral cristã, a nossa generosidade garante que a barca de Pedro continue navegando com firmeza, ensinando a doutrina de Cristo sem ceder às pressões covardes do mundo secularizado.
Nós vivemos em uma cultura doente que nos empurra constantemente para o egoísmo, para o individualismo e para o consumismo. O mundo grita a plenos pulmões que precisamos acumular, guardar e reter riquezas para garantir uma falsa segurança futura. O Evangelho, pelo contrário, nos garante com autoridade divina que a verdadeira segurança não reside nos bens materiais que acumulamos nos bancos, mas na caridade viva que praticamos na terra. Tudo o que retemos de forma egoísta para nós mesmos, um dia perece. Tudo o que entregamos a Deus, através das mãos calejadas dos pobres, transforma-se imediatamente em um tesouro inesgotável no céu, onde a traça não corrói e o ladrão não rouba.
Neste domingo, Jesus desafia a nossa fé e nos convida a vencer o medo da escassez. Ele nos chama a ampliar a nossa visão e a enxergar além das paredes confortáveis da nossa própria paróquia. Ao contribuirmos com o Óbolo de São Pedro, nós reafirmamos a nossa identidade católica e a nossa obediência filial. Nós declaramos publicamente, através do nosso bolso, que reconhecemos no Bispo de Roma a pedra sobre a qual Cristo edificou a Sua Igreja invencível. Nós dizemos ao Santo Padre, através do nosso óbolo: “Santidade, o senhor não carrega essa cruz sozinho. Nós caminhamos com o senhor, nós rezamos pelo senhor e nós dividimos o nosso pão com os miseráveis que o senhor abraça”.
Aproximemo-nos dessa coleta com o coração largo, livre e generoso daquela viúva do Evangelho. Sejamos generosos em colaborar com a solicitude pastoral do amado Papa Leão XIV. Não fechemos as mãos diante da dor excruciante do mundo. Que cada pequena moeda, cada sacrifício oculto, cada renúncia invisível se transforme no fogo da caridade concreta. Que a Virgem Maria, Mãe da Igreja, e os gloriosos apóstolos Pedro e Paulo intercedam pelas nossas famílias e recompensem cem vezes mais, com graças espirituais e materiais, cada ato de generosidade que praticarmos hoje. Confiemos de forma absoluta na providência de Deus, abracem a missão da nossa amada Igreja Universal e ajudem o Sucessor de Pedro a espalhar a luz libertadora de Cristo em meio às trevas da humanidade.
Dom João Santos Cardoso
Arcebispo de Natal (RN)
Uma das características mais originais da Encíclica Magnifica Humanitas é sua opção metodológica. Antes de abordar diretamente a inteligência artificial e a revolução digital, o Papa Leão XIV dedica os dois primeiros capítulos a uma exposição sistemática da Doutrina Social da Igreja. Essa escolha revela que os desafios da inteligência artificial não podem ser compreendidos apenas por critérios técnicos ou econômicos, mas exigem um discernimento ético e antropológico iluminado pela fé.
Ao concluir, no primeiro capítulo, a exposição histórica da Doutrina Social da Igreja, o Papa afirma: «E a este núcleo essencial – os grandes princípios da Doutrina social orientadores do discernimento dos cristãos na vida pessoal e pública – que desejo agora dirigir a atenção, a fim de compreender melhor a sua coerência interna e a sua fecunda força para o nosso tempo» (MH 45). Em seguida, esclarece que esses princípios ajudam a interpretar as “coisas novas” do nosso tempo à luz da dignidade da pessoa humana (MH 46).
No segundo capítulo, o Papa apresenta os fundamentos da Doutrina Social da Igreja. O ponto de partida é a dignidade da pessoa humana, criada à imagem do Deus Trinitário (MH 47-57). Essa dignidade possui caráter ontológico, é inerente a cada ser humano e não depende da utilidade, da produtividade, da eficiência ou das capacidades intelectuais da pessoa. Essa afirmação é muito relevante numa época em que pessoas e relações tendem a ser avaliadas segundo critérios de desempenho e utilidade.
A partir desse fundamento antropológico, Leão XIV apresenta os cinco grandes princípios da Doutrina Social da Igreja: o bem comum (MH 58-62), a destinação universal dos bens (MH 63-66), a subsidiariedade (MH 67-71), a solidariedade (MH 72-76) e a justiça social (MH 77-80). O Papa insiste que esses princípios devem ser considerados conjuntamente, pois se complementam e iluminam mutuamente (MH 46) e tornam-se critérios concretos para avaliar a revolução digital.
Ao tratar da inteligência artificial, o Papa não parte de critérios meramente técnicos, econômicos ou funcionais, mas dos fundamentos e princípios da Doutrina Social da Igreja. Diante da crescente concentração de poder no ambiente digital, ele reafirma que «os grandes princípios da Doutrina social tornam-se critérios para avaliar e discernir o novo cenário» (MH 96). A questão decisiva deixa de ser apenas o que a inteligência artificial pode fazer e passa a ser se ela respeita a dignidade da pessoa humana, promove o bem comum e favorece uma sociedade mais justa e fraterna.
Nessa perspectiva, à luz dos princípios do bem comum, da destinação universal dos bens e da subsidiariedade, o Papa adverte que a propriedade e o controle dos dados não podem permanecer exclusivamente sob o domínio de agentes privados ou de grandes corporações tecnológicas, mas requerem formas adequadas de regulamentação orientadas ao benefício de toda a sociedade (MH 108). Por isso, defende mecanismos que garantam uma participação mais ampla nos benefícios da revolução tecnológica, especialmente em favor dos grupos mais vulneráveis e frequentemente descartados (MH 109).
A Magnifica Humanitas oferece uma contribuição decisiva ao debate sobre a inteligência artificial ao mostrar que seus desafios não são apenas tecnológicos, mas também morais, sociais e antropológicos. Por isso, antes de perguntar o que as máquinas podem fazer, a Encíclica convida a refletir sobre quem é a pessoa humana e qual sociedade desejamos construir.
Dom João Santos Cardoso
Arcebispo de Natal (RN)
O próprio título da Encíclica Magnifica Humanitas (MH) constitui uma de suas principais chaves de leitura. Embora trate amplamente da inteligência artificial e da revolução digital, o Papa Leão XIV não escolheu um título centrado na tecnologia, mas na pessoa humana. Poderia, por exemplo, tê-la intitulado “sobre a inteligência artificial”, “sobre a revolução digital” ou “sobre a tecnologia”. Em vez disso, preferiu falar da “Magnífica Humanidade”. A escolha não é casual. Ela revela que a questão central do documento não é tecnológica, mas antropológica.
Desde a introdução da Magnifica Humanitas, Leão XIV afirma que a humanidade se encontra diante de uma escolha decisiva: erguer uma nova Babel ou construir uma cidade onde Deus e a humanidade habitem juntos (MH 1.7-10). Por isso, a questão fundamental não é simplesmente o que a tecnologia é capaz de fazer, mas que tipo de humanidade estamos construindo por meio dela. Citando São João Paulo II, o Papa retoma uma pergunta decisiva para o discernimento ético do progresso: os avanços tecnológicos tornam a vida humana verdadeiramente mais humana e mais digna do homem? (MH 129).
A pertinência dessa pergunta torna-se ainda mais evidente diante das correntes culturais que acompanham a revolução digital. Leão XIV analisa criticamente o transumanismo e o pós-humanismo, perspectivas que tendem a interpretar o progresso como uma superação da própria condição humana. Enquanto o transumanismo propõe o aperfeiçoamento indefinido do ser humano por meio da tecnologia, buscando superar seus limites biológicos, físicos e cognitivos, o pós-humanismo relativiza a singularidade da pessoa humana, diluindo as fronteiras entre homem, máquina e natureza (MH 120-128). Em ambos os casos, corre-se o risco de considerar a humanidade como uma realidade insuficiente que necessita ser corrigida, substituída ou superada.
É precisamente diante dessas perspectivas que o título Magnifica Humanitas assume sua força profética. Leão XIV recorda que a humanidade não é um projeto fracassado à espera de aperfeiçoamento tecnológico, mas uma realidade magnífica criada por Deus e plenamente revelada em Jesus Cristo. O mistério do homem, afirma o Papa logo no início da Encíclica, somente se esclarece plenamente no mistério do Verbo encarnado (MH 1). Por isso, proclama com vigor: «Na era da inteligência artificial, em que a dignidade humana corre o risco de ser ofuscada por novas formas de desumanização, temos o dever urgente de permanecer profundamente humanos» (MH 15). A expressão “permanecer profundamente humanos” sintetiza todo o programa da Encíclica. Salvaguardar o humano significa proteger aquilo que nenhuma máquina poderá substituir: a liberdade, a consciência moral, a capacidade de amar, a abertura à transcendência, a responsabilidade ética e a vocação à comunhão com Deus e com os irmãos (cf. MH 11-15; 124-129).
Essa mesma preocupação reaparece na Mensagem para o 60° Dia Mundial das Comunicações Sociais, na qual Leão XIV observa que o desafio da inteligência artificial não é simplesmente tecnológico, mas antropológico. O problema principal não está nas máquinas, mas na forma como elas podem influenciar a compreensão que temos de nós mesmos e das nossas relações. A inteligência artificial não modifica apenas os instrumentos da comunicação; ela pode afetar nossa percepção da realidade, nossa capacidade de discernimento crítico, nossa liberdade interior e até mesmo a autenticidade dos vínculos humanos.
A resposta do Papa não é a rejeição da ciência ou da técnica. Pelo contrário, ele afirma que o humanismo cristão acolhe ambas «com gratidão e realismo» (MH 129), reconhecendo sua contribuição para a medicina, a educação, a pesquisa científica e o desenvolvimento dos povos (MH 97-100). Contudo, adverte que a técnica deve permanecer a serviço da pessoa humana e do bem comum, sem jamais transformar-se no critério último para definir a identidade, a dignidade ou a vocação do ser humano.
A originalidade da Magnifica Humanitas reside precisamente nesta convicção: a grande questão do século XXI não é tecnológica, mas antropológica. O futuro da humanidade dependerá menos da potência dos algoritmos e mais da capacidade de preservar a dignidade da pessoa humana. Em Cristo, a humanidade já encontrou sua forma mais elevada e mais bela. Por isso, diante das promessas e dos riscos da inteligência artificial, a tarefa mais urgente continua sendo permanecer profundamente humanos (MH 15).
O Encontro terá a participação de articuladores e articuladoras da Pastoral de todo o Brasil. O bispo de Registro (SP) e referencial da Pastoral da Moradia e Favela da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Manoel Ferreira dos Santos Júnior, motivou a participação no encontroRead More
A Comissão Nacional de Presbíteros (CNP) terá uma nova composição para o quadriênio 2026-2029. Os nomes dos integrantes da presidência foram apresentados nesta quarta-feira, 17 de junho, durante a reunião do Conselho Permanente da CNBB, na sede da entidade, em Brasília (DF). Os membros foraRead More
A pesquisa ouviu 11.498 jovens de todo o país, ligados ao universo religioso,entre abril a junho de 2025. Destes, 55,6% são mulheres, 44,4% homens. O maior grupo de idade da mostra 64,8% concentra entre a faixa etária de 18 a 24 anos, 32,5% entre 25 a 29 anos e 2,7% adolescentes de 12 a 17 anosRead More
o longo dos próximos dias, dioceses, paróquias, pastorais e organizações de diferentes regiões do país realizarão celebrações, encontros, rodas de conversa e atividades de sensibilização sobre a realidade das migrações e o compromisso cristão com a acolhida. A CNBB íntegra o conjunto Read More
Os catequistas de todo o Brasil têm até o dia 20 de junho para garantir participação na II Romaria Nacional de Catequistas pelo terceiro e último lote de inscrições. Promovido pela Comissão para a Animação Bíblico-Catequética, o encontro será realizado de 28 a 30 de agosto de 2026, no SRead More
A Assessoria de Comunicação da CNBB preparou um conteúdo especial sobre o time pastoral da CNBB: composto pelos presidentes de suas 12 Comissões Episcopais que têm o trabalho de animar a vida pastoral em diferentes frentes de trabalho. Conheça a playlist com vídeos sobre o trabalho que está Read More
Também chamada de ‘oração universal’, a Oração dos Fiéis constitui um momento em que o povo sacerdotal, reunido em assembleia, exerce sua participação ativa na liturgia, apresentando a Deus súplicas pela Igreja, pelas autoridades civis, pelos que sofrem e por toda a humanidadeRead More
Além de tirar dúvidas dos participantes sobre a programação, inscrições e novidades da Romaria, o momento foi de acolhida, partilha e animação para catequistas de todo o Brasil que desejam viver essa experiência em Aparecida. A live foi conduzida pelos assessores da Comissão, Mariana VenRead More
Em português, o Pontífice reforçou os ensinamentos da Igreja em relação à família, como essencial célula para a sociedade. Por isso, segundo ele, deve ser defendida e promovida. Além disso, o Santo Padre destacou o papel das famílias na evangelização. Evento teve a participação de maisRead More
“Essa assembleia está em sintonia com o momento que a Igreja está vivendo de um novo reforço na Doutrina Social com o lançamento da encíclica Magnfica Humanitas, uma das nossas reflexões aqui, e também da comunicação com o campo de reflexão sobre os impactos da Inteligência Artificial”, Read More
O 2° Encontro Regional das Coordenações Diocesanas de Servidores do Altar reuniu, em Guarapuava (PR), representantes de diversas dioceses do Paraná para refletir sobre formação, proteção de menores e fortalecimento da pastoral dos coroinhas, acólitos e demais servidores do altar. O encontroRead More
Os bispos do Regional Leste 1 da CNBB, que reúne as dioceses do estado do Rio de Janeiro, divulgaram na última segunda-feira, 9 de junho, uma mensagem ao povo fluminense diante das eleições que ocorrerão em outubro deste ano. O texto tem como título “Firmes na busca da paz e da justiça” eRead More
A diocese de Palmeira dos Índios (AL) anunciou, na quarta-feira, 10, a eleição do padre Adauto Alves Vieira como novo administrador diocesano. O sacerdote foi eleito pelo Colégio de Consultores para conduzir a Igreja alagoana até a nomeação do sucessor de dom Manoel Filho, que foi transferidoRead More
A Catedral Santa Maria Mãe de Deus, em Castanhal (PA), recebeu mais de duas mil pessoas para a posse canônica de dom Manoel de Oliveira Filho como segundo bispo diocesano de Castanhal. Natural de São Domingos do Capim, o prelado retorna à sua diocese de origem, agora para pastoreá-la, sucedendoRead More
Campo Mourão acolheu no último final de semana, 5 a 7 de junho, mais de 150 pessoas, de aproximadamente 40 cidades do Paraná, para o 26° Encontro Regional da Pastoral do Surdo, promovido pelo Regional Sul 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Paralelamente, aconteceram tambémRead More
O cônego Alberto Montealegre Vieira Neves, sacerdote do clero da arquidiocese de São Salvador da Bahia, foi nomeado oficial do Dicastério para a Doutrina da Fé, na Sessão Disciplinar. A nomeação o insere em uma das instâncias mais sensíveis da Cúria Romana, responsável por tratar os chamaRead More
A Arquidiocese de Joinville teve a alegria de instaurar o novo Tribunal Elesiástico Interdiocesano na última semana, 2 de junho. A Sessão Solene de instauração ocorreu na Cúria da Arquidiocese de Joinville, reunindo os representantes das três províncias da nossa arquidiocese: dom Francisco CRead More
Durante três dias, de 5 a 7 de junho, o Centro de Cultura da Faculdade Católica de Belém (PA) recebeu representantes da animação vocacional na Amazônia com a realização do ‘Congresso Vocacional Regional Norte 2’ da CNBB. O evento marcou uma etapa decisiva na preparação para o ‘5º CoRead More
O Serviço de Animação Vocacional e Pastoral Vocacional (SAV-PV) do Regional Sul 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizou, entre os dias 29 e 31 de maio, seu Congresso Vocacional, reunindo aproximadamente 130 lideranças de várias dioceses do Paraná. O encontro, realizado Read More
Reitores, vice-reitores, diretores espirituais e psicólogos responsáveis por seminários e institutos religiosos de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte participam até quarta-feira, 3, do Encontro Semestral de Formadores. O evento, que acontece na sede da CNBB Nordeste 2, no RecifeRead More
Com o tema “Migração e moradia”, o Serviço Pastoral dos Migrantes chama a atenção neste ano para a vulnerabilidade de migrantes, refugiados, apátridas e deslocados que, ao buscarem recomeçar a vida em novas cidades, encontram barreiras no acesso a condições dignas de habitação. Semana serRead More
Entre os dias 21 e 24 de maio, coordenadores regionais, agentes pastorais e convidados estiveram reunidos em Brasília para um encontro nacional, marcando a celebração dos 40 anos da criação da Pastoral da Saúde, instituída em 9 de maio de 1986. O secretário-geral da CNBB, dom Ricardo HoepersRead More
A Vigília de 2026 quer conclamar toda a comunidade cristã e a sociedade para o compromisso com a superação do estigma e do preconceito. Inspirados pelo Evangelho de Lucas (10,33-34) “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” somos chamados a cuidar das vidas feridas e a construir uma sociedade mRead More
A Equipe de Animação da Rede Clamor Brasil se reuniu para discutir ações e prioridades no atendimento a migrantes, refugiados e vítimas de tráfico de pessoas. O encontro contou com a presença do Núncio Apostólico no Brasil, dom Giambattista Diquattro; do secretário-geral da CNBB, dom RicaRead More
Reunindo agentes de pastoral, pescadores e pescadoras artesanais, bispos, representantes de movimentos sociais e organizações parceiras de todo o país, a Assembleia do Conselho Pastoral dos Pescadores e Pescadoras (CPP) foi realizada entre os dias 3 e 7 de fevereiro, em Luziânia (GO), no Centro Read More
“Nós procuramos ser a esperança. Procuramos ser sinal da esperança que não decepciona, que é Jesus Cristo”, define o diácono Paulo Fernando de Moraes, assessor da Pastoral Carcerária da Diocese de Taubaté (SP)Read More
A celebração teve a presença da coordenação da Pastoral Carcerária do Brasil entre os cerca de 7,5 mil peregrinos, de 90 países. Em sua homilia, o pontífice destacou a reparação, a reconciliação e o chamado à conversão que o jubileu apresenta aos que cumprem alguma penaRead More
Os participantes discutiram a atuação da Pastoral da Criança em 2025 e iniciaram o planejamento para 2026. A assembleia também analisou o relatório anual de atividades, dados das ações de acompanhamento nutricional, informações sobre o número de voluntários (líderes), entre outros resultRead More
Subsídio foi lançado pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar nesta terça (25) para colaborar com as famílias no desenvolvimento da fé e pretende ser um instrumento de encontro e reflexão comunitária, ajudando as famílias, grupos e comunidades a mergulharem na Palavra que ilumina o cotidRead More
A Pastoral Familiar divulgou nesta quarta-feira, 8, uma nota em celebração ao Dia do Nascituro, com o tema “A vida é sempre um bem”. A data, segundo o texto, é uma oportunidade privilegiada para refletir sobre o valor e a dignidade da vida humana desde a concepção. Na mensagem, a Pastoral Read More
A Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM-Brasil) participou, no dia 17 de junho, da 8ª Assembleia Geral da Associação Hutukara Yanomami, realizada em Roraima. O encontro reuniu lideranças e representantes da Relatoria Especial sobre Direitos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (REDESCA), vRead More
A Câmara dos Deputados realizou uma sessão solene em homenagem aos 65 anos do Movimento de Educação de Base (MEB). A solenidade reuniu parlamentares, lideranças religiosas, educadores populares e estudantes no Plenário Ulysses Guimarães para celebrar a trajetória de uma das instituições maRead More
O material propõe uma série de encontros de reflexão e oração destinados à preparação espiritual, ética e social do povo brasileiro para o próximo período eleitoral. O CEFEP é um organismo vinculado à Comissão Nacional Episcopal para o Laicato da Conferência Nacional dos Bispos do BraRead More
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A programação inclui painéis, conferências, oficinas e momentos celebrativos voltados à reflexão sobre a identidade, a vocação e a missão dos cristãos leigos e leigas. Também estarão em pauta temas ligados à conjuntura social, aos direitos humanos, à democracia, à cidadania e ao cuidaRead More
A publicação, uma das principais referências nacionais sobre violência no campo, revela que, apesar da redução no número total de conflitos registrados no país, a violência contra trabalhadores rurais, povos originários e comunidades tradicionais segue em alta, com destaque para o aumento Read More
O Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) comunicou o falecimento de Carlos Francisco Signorelli, que dedicou parte significativa de sua vida a serviço do organismo, especialmente em sua missão como presidente no período de 2004 a 2010. Testemunha fiel de amor ao CNLB, Signorelli viveu com Read More
O evento reunirá especialistas nacionais e internacionais para refletir sobre os impactos da cultura digital, da inteligência artificial e das novas tecnologias na sociedade e, de modo especial, na vida religiosaRead More
As Pontifícias Obras Missionárias (POM), em comunhão com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), apresentam a identidade visual da Campanha Missionária 2026 (cartaz e logomarca). Neste ano, a Igreja celebra um marco histórico: o 100ºRead More
O encontro aconteceu em Brasília (DF), na Casa de Retiros Assunção e reuniu lideranças de diversas regiões do país, dando continuidade ao percurso pedagógico que aprofunda a relação entre os fundamentos da fé cristã e o exercício da cidadania consciente. A iniciativa é uma parceria com Read More
O objetivo é apoiar iniciativas que contribuam para a promoção do direito à moradia digna em sintonia a Campanha da Fraternidade 2026. Os projetos poderão ser inscritos em três eixos: apoio emergencial a populações em situação de vulnerabilidade; construção, reforma e outras iniciativas;Read More
O cartaz aprovado no Consep tem em seu centro a Sagrada Família com o Menino Jesus recém-nascido abrigada numa barraca de lona, na periferia de uma grande cidade. A ideia originária do cartaz parte da tenda, numa ponte entre a Campanha da Fraternidade desse ano e a Campanha da Fraternidade do anoRead More
A primeira reunião do Conselho Gestor do Fundo Nacional de Solidariedade para avaliar projetos relacionados à CF 2026 foi realizada na última segunda-feira, 25 de maio. O valor total correspondente aos 26 projetos aprovados é de R$ 983.074,92. Quantia deve beneficiar diretamente, segundo o DeparRead More
A CNBB lançou o edital do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), voltado ao apoio financeiro de projetos ligados à Campanha da Fraternidade 2026, que tem como tema “Fraternidade e Moradia” e lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14). O documento regulamenta o cadastro de propostas na platRead More
A Campanha da Fraternidade foi reconhecida como patrimônio cultural e imaterial goiano, no último dia 4 de fevereiro de 2026, através da Lei Estadual nº 24.079, que foi sancionada pelo governador do estado de Goiás em exercício, Daniel Vilela. O projeto de lei foi apresentado pelo deputado estRead More
Realizada nas celebrações de Domingo de Ramos, a coleta é o gesto concreto da Campanha da Fraternidade, nascida com o objetivo de promover a fraternidade e sustentar a ação caritativa da Igreja no Brasil. O convite é transformar a prática da esmola quaresmal em ação concreta para a mudançaRead More
Inspirada pela Campanha da Fraternidade 2026, a iniciativa “Um real, um recomeço” surge como um gesto concreto de solidariedade para enfrentar a realidade da falta de moradia digna. A proposta busca mobilizar fiéis, comunidades de fé e instituições em torno da construção de 105 casas popuRead More
Em algumas realidades do Brasil, já é possível ver experiências inspiradoras de grupos que se empenham em ações para garantir um lar digno para viver e se desenvolver como pessoa e em família. O jornalista Daniel Gomes, do Jornal O São Paulo, da Arquidiocese de São Paulo, apresentou alguns Read More
A série Fraternidade em Ação 2026 apresenta o segundo vídeo e mostra o caminho da solidariedade desenvolvido com a população de Rua, em Belém do Pará, com o apoio de recursos do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), oriundos da Coleta Nacional da Solidariedade 2025 da Campanha da FraternidaRead More
O projeto “Energia solar para a Evangelização e sustentabilidade na Amazônia” é um exemplo de integração das práticas evangelizadoras ao compromisso concreto com o cuidado com a Casa Comum. Foram instaladas placas de energia solar em sete barcos missionários das paróquias e áreas pastoraisRead More
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